Só Oro

Graça e paz;

Dessa vez resolvi colocar aqui uma adaptação da musica Só Rezo do NX Zero, ela fala um pouco de como estou. Espero que gostem.

Adaptação de Só Rezo/ NX Zero

Quando não tenho mais pra onde ir
E no meu céu não tem mais estrelas
Aonde foi parar a coragem?
Tô cansado mas não desisto

Mas posso ver uma luz lá no fim
Sei que DEUS ainda olha por mim
Não me julgue por não ser igual
Carrego a verdade aqui no olhar, no olhar

Eu só oro pra ficar bem
Eu sei que vai
Acredito que vai ficar tudo bem

Eu só oro pra ficar bem
Eu sei que vai
Acredito que vai ficar tudo bem

Só Deus sabe o quanto eu corri
E o que fiz pra chegar aqui
Esse mundo não é mais meu
Não me rendo nem me entrego

Mas posso ver uma luz lá no fim
Sei que DEUS ainda olha por mim
Não me julgue por não ser igual
Carrego a verdade aqui no olhar, no olhar

Eu só oro pra ficar bem
Eu sei que vai
Acredito que vai ficar tudo bem

Eu só oro pra ficar bem
Eu sei que vai
Acredito que vai ficar tudo bem

Só quero ser o que eu sou
Só quero não ter que mentir

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As Faculdades Distintas do Homem

l. As faculdades do corpo. São Cinco as faculdades principais, as quais se manifestam através do corpo: visão, audição, olfato, paladar e tato. Ainda que sejam distintas umas das outras, elas não atuam independentes do comando da alma. São denominadas de instintos naturais ou sentidos corporais, os quais recebem impressões do mundo exterior, transmitidas ao cérebro, através do sistema nervoso. É daí que partem as ordens para todas as partes do corpo. Os sentidos físicos obedecem às leis naturais que estão impressas no ser humano. São elas que regem as atividades do corpo.

2. As faculdades da alma. São três as faculdades ou qualidades da alma, pelas quais ela se manifesta: intelecto, sentimento e vontade.

O Intelecto (Gn l.28; 2.19,20) é a parte da alma que pensa, raciocina, decide, julga e conhece. E ele quem recebe os conhecimentos. Três outras manifestações lhe são peculiares: a imaginação, memória e razão. Com a primeira, o homem é capacitado a idealizar e projetar. É um processo do pensamento que habilita o ser humano a construir imagens, através do raciocínio. A segunda é outro atributo do intelecto que capacita o homem a guardar em seu cérebro os fatos passados e presentes. Ela retém os conhecimentos adquiridos e os traz à lembrança. A terceira é um atributo do intelecto que leva o homem a pensar, julgar e compreender as relações entre as coisas, distinguir entre o verdadeiro e o falso, o bem e o mal. O Sentimento faz o homem um ser emotivo. Ele não é uma má quina insensível, pois pode sentir todas as grandes emoções, como alegria, gozo, paz, prazer, tristeza, descontentamento, pesar e dor. A vontade se expressa como resultante das influências do intelecto e dos sentimentos. Ela não age sozinha. Não há vontade livre ou independente. Ela obedece às forças emotivas e intelectuais da alma.

3. As faculdades do espírito. Duas faculdades principais se destacam com abrangência sobre outras qualidades importantes, as quais são: Fé e Consciência. Elas identificam o ser religioso do homem. Podemos chamar de natureza espiritual, da qual o ser humano é dotado especialmente para uma perfeita comunhão com Deus. Os sentidos físicos e psicológicos tornam o homem um ser terreno e racional, mas os espirituais o tornam um ser especial. A faculdade da fé é uma qualidade do espírito humano que expressa a religiosidade do homem e o torna capaz de adorar, reverenciar, louvar e orar a Deus, o Criador. Não se trata de um tipo de fé, adquirida ou ensinada, mas é uma forma inata que nasce com qualquer ser humano. Ela nos estimula a buscar a Deus e comungar com Ele.

A faculdade da consciência é a lei moral e espiritual, no interior do homem, que aprova ou desaprova as suas ações. É a intuição que o espírito tem dos atos e estados do ser humano em sua vida cotidiana. A consciência não está sujeita à vontade, e nem aos sentimentos da alma. Que Deus nos abençoe no corpo, alma e espírito !.

Metro Baptist Church

Uma Igreja que trazia em seu anúncio: “Desabrigados no fim do quarteirão. Prostitutas na esquina. Traficantes de crack no outro lado. Que ótimo lugar para uma Igreja”.

 

“Jesus não freqüentava clubes de campo, teatros ou restaurantes caros, ele sempre ia onde havia carências. As mesmas que correm soltas na cidade de Nova York hoje em dia. Carências como seres humanos famintos e com frio dormindo nas grades dos exaustores do metrô por causa do ar quente. Carências como pessoas capturadas na teia do abuso e do uso de drogas. Ou carências como homens, mulheres e crianças vendendo seus preciosos corpos por uma migalha de comida, um abrigo ou simplesmente um lugar qualquer para passar a noite. Conhecemos estas carências tão bem porque as vemos todos os dias. Nossa Igreja fica bem no meio da Clinton South, lugar mais conhecido como A cozinha do Inferno. Bem, agora Deus está na cozinha do Inferno. Nossos ministros oferecem comida e roupas, enquanto nossa congregação oferece amor e apoio. Gostamos de pensar que isso é o que Jesus faria. Visualizamos o dia em que nossa vizinhança mudará de estar cheia de luta para estar cheia de amor. Só nesse dia nós nos mudaremos”.

 

Esse é um breve texto sobre a Metro Baptist Church, acredito que a visão dela esta correta. Jesus veio pelos doentes (Mateus 9:12) e isso que devemos ter em mente buscar os que estão necessitados os que precisam ouvir a Palavra.

Olhando essa história, pergunto: Alguma semelhança com uma Igreja que você conheça?

Vejo uma semelhança entre essa Igreja e a Igreja Bola de Neve de Cuiabá que está se instalando no Porto/Cuiabá região com muitos prostibulos, usuários de drogas, boca de fumo, região considerada pela Policia como Perigosa! Gloria a DEUS pela Igreja Bola de Neve de Cuiabá que com o poder do Espírito Santo vai mudar a historia daquele bairro.

Veja semelhança também com a Igreja Batista Nacional do Cristo Rei que inaugurou seu templo em uma das regiões mais perigosas do Cristo Rei e em nome de Jesus vai mudar a historia da região.

Que DEUS abençoe e de sabedoria a pastores e ministros que não tem medo de montar a igreja na “cozinha do inferno” com intuito de ganhar almas, transformar pessoas e por conseqüência transformar o bairro.

Um Calvinista Compartilha o Evangelho

Eis aqui uma conversa entre um incrédulo e um evangelista que acredita na doutrina da expiação definitiva (algumas vezes desafortunadamente chamada de “expiação limitada”) — o ensino bíblico que quando Jesus morreu, o propósito inalterável de Deus foi cancelar os pecados e a sentença de morte de todos os que ele deu ao Filho (João 6.39).

Incrédulo: Então, o que você está me oferecendo?

Evangelista: Salvação da ira de Deus e dos seus pecados. Vida eterna!

Incrédulo: Como?

Evangelista: Quando Jesus, o Filho de Deus, morreu, ele absorveu a ira de Deus, removeu-a, e assumiu a culpa do pecado por todos aqueles que confiam nele.

Incrédulo: Ele fez isso por mim?

Evangelista: Se você for tê-lo — recebê-lo — terás tudo o que ele é e tudo o que ele fez. Se você confiar nele, sim, ele fez isso por você.

Incrédulo: Então você não sabe se ele fez isso por mim?

Evangelista: Ele está se oferecendo agora a você gratuitamente. Ele está oferecendo a você uma obra de redenção maravilhosa e consumada — tudo o que ele fez ao absorver a ira de Deus e cancelar os pecados. Tudo isso é seu para ter agora mesmo. Se você não a tiver, então a obra não é sua. Se tiver, então ela é. Há somente uma forma de saber se os seus pecados foram cancelados e sua sentença de morte comutada na morte de Jesus. Creia nele. Sua promessa é absoluta: Se você crer, será salvo. Se não crer, você permanece no pecado, e sob a ira de Deus.

Incrédulo: Então o que você está me pedindo para receber?

Evangelista: Jesus. Receba Jesus! Porque Jesus fez de fato essas coisas. Ele realmente assegurou a liberdade do seu povo da ira de Deus. Ele verdadeiramente carregou os pecados deles em seu corpo no madeiro. Se você o receber, você é um deles. Você está incluso. Tudo isso é verdade para você. Ele oferece a você gratuitamente agora mesmo.

Incrédulo: Pensei que poderia saber se Jesus morreu por mim antes de acreditar. É assim que sempre fui informado: Creia nele, pois ele morreu por todo o mundo.

Evangelista: Não posso dizer com certeza, mas as pessoas que te ensinaram isso provavelmente queriam dizer o seguinte: Jesus morreu para que o evangelho pudesse ser oferecido a todos, e todos os que creem serão salvos. Isso é verdade. Mas se eu assegurasse a você, antes de você crer, que os seus pecados foram cancelados e que sua liberdade da ira de Deus foi obtida, eu te enganaria. Imagine se eu dissesse para você: Jesus certamente obteve a sua libertação da ira de Deus e com certeza perdoou todos os seus pecados. Agora creia nisso. O que você diria?

Incrédulo: Eu diria: Maravilha! E se eu não crer agora? Ainda estou salvo, correto? Afinal, os meus pecados foram perdoados com certeza. Está feito!

Evangelista: Sim, isso é provavelmente o que você diria, e você estaria errado. Mas isso porque eu teria enganado você. As boas novas que Jesus tem para você antes de você crer nele não é que seus pecados foram certamente cancelados. As boas novas é que Jesus realmente propiciou a ira de Deus, e realmente perdoou os pecados do seu povo. Está consumado.

E isso é o que eu ofereço a você. É completo. É glorioso. E a promessa absoluta de Deus a você é: É tudo seu, se você receber a Cristo. Creia no Senhor Jesus Cristo, e você será salvo.

 

Fonte: http://www.desiringgod.org/

Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto (10/03/2011)

http://monergismo.com/john-piper/um-calvinista-compartilha-o-evangelho/

Balanço Espiritual

“Procura apresentar-te a Deus aprovado” (2 Timóteo 2:15).”

“Nós devíamos fazer um balanço de nossas vidas todas as
noites: Que fraquezas eu dominei hoje? Que sentimentos de
ira repeli? Que tentações resisti? Que virtudes adquiri?”
(Marcus Annaeus Seneca).

Como tem sido a nossa vida diante de Deus? Temos
demonstrado, em nossas atitudes, que houve uma verdadeira
transformação desde que Cristo entrou em nossos corações?
Temos abandonado os desejos carnais e aplicado os ensinos do
Senhor na edificação de uma vida espiritual que glorifica o
nome de Jesus?

Quando deixamos a velha natureza mundana e começamos a
desfrutar as delícias de um novo viver, agora dirigido por
Deus, enfrentamos grandes provações. Às vezes nos sentimos
fracos na fé e precisamos lutar muito para repelir a força
que nos puxa de volta para o mundo que com regozijo
abandonamos.

Às vezes as tentações parecem nos subjugar e temos de buscar
forças para nos manter firmes no caminho de nosso Salvador.
Sabemos que a nossa luta não é fácil, mas, sabemos também
que podemos contar com a ajuda dAquele que perdoou os nossos
pecados, que nos trouxe da escuridão para a luz, da morte
espiritual para a vida abundante e eterna.

Somos muito felizes e abençoados por poder estar agora na
presença do Senhor. Ele nos fortalece e nos ajuda a dominar
o ódio e o egoísmo, o orgulho e a arrogância, as fraquezas
da carne e a insegurança. Nele resistimos as tentações e
somos mais que vencedores em toda e qualquer situação.

Quando Cristo é nosso Senhor e Mestre, aprendemos a amar ao
próximo, a colocá-lo em primeiro lugar, a espalhar, no
mundo, Sua luz e Seu perfume.

No seu balanço diário, o que tem prevalecido: defeitos ou
virtudes?

Por: Paulo Roberto Barbosa

DE VOLTA PARA A CRUZ

 

 

 

“Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Só Tu tens as palavras da vida eterna.”
João 6:68

Escuridão em pleno dia. Céus e terra manifestam o seu luto enegrecendo extrordinariamente o ambiente. Duas madeiras trançadas, uma chamada patíbulo e outra estipe, são colocadas no ápice de um monte como que coroando-o. No centro “desta coroa” uma pedra preciosíssima expunha na aparente derrota da morte todo o brilho de uma vitória que marcaria a história da humanidade.

Séculos se passaram e esta história já não brilha como antes. O que reluz agora são os tesouros perecíveis. Profetas se vendem por “barras de ouro” ou “se perdem em barras de saia”. Servos querem ser servidos e Deus deve ser o primeiro ministro de um reino que deveria ser dos céus, mas que agora é da terra (feito de carne e ossos sequíssimos, tal qual o exército inerte de Ezequiel 37).

Jovens que deveriam ser fortes se deixam escravizar pelos sedutores convites de um mundo corrompido. Santidade, unidade, igreja, compromisso são palavras desconhecidas do dicionário de muitos. E no rol das palavras excluídas, execradas, deletadas e repudiadas, em caixa alta e negrito, está a palavra CRUZ.

A mensagem do sacrifício e da entrega, a exemplo do que fez Jesus, agora é ultrapassada. O objetivo não é mais irmos para o céu e vivermos como peregrinos neste mundo, pois o novo lema é gozarmos a vida transformando nossa breve existência num paraíso de prazeres momentâneos.

E Jesus, quem é Ele neste “novo evangelho”?
Resposta: o curandeiro que atrai multidões e multiplica pães.
Resultado: A moda é ser cristão enquanto os milagres estiverem ocorrendo. Se o fruto da videira ou da oliveira mentir, é hora de pular fora do barco.

Portanto, envolvimento JAMAIS!!!!!!!!!!!!!!

No entanto, dentro de corações fiéis pulsa a voz do Espírito Santo dizendo:

RETORNEM PARA MIM! TORNEM AO EVANGELHO! VOLTEM A CRUZ…

“Desde os dias de vossos pais vos desviastes dos meus estatutos, e não os guardastes; tornai-vos para mim, e eu me tornarei para vós, diz o SENHOR dos Exércitos.” (Malaquias 3:7)

“Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.” (Lucas 9:23)

“Na verdade, na verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos.” (João 6:53)

“E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” (João 17:3)

Quem não partilha da CRUZ DE CRISTO não é digno de ser servo do CRISTO DA CRUZ, afinal somente quem está em Jesus reconhece o valor que Ele e suas Palavras possuem.

A igreja do século XXI vive um momento muito similar ao contexto do versículo expresso no início desta reflexão. Jesus tem manifestado Seu poder de forma maravilhosa, todavia as pessoas o seguem apenas pelos sinais e prodígios. Quando o discurso é um desafio para o compromisso genuíno, muitos dizem: QUE DISCURSO DURO! LARGA MÃO, CARA! ESSE NEGÓCIO DE SACRIFICAR NÃO É PARA MIM! TENHO MUITO PRA VIVER….

O ego inflado desta geração tem pregado um evangelho antropocêntrico que supostamente pensa conseguir “colocar Deus contra a parede”. Não há Reino, mas República e se Deus não fizer o que seus filhos mimados quiserem nas próximas eleições eles O retirarão do cargo trocando-O por outro.

Está achando isto absurdo?

Pode parecer exagero, mas faça uma relação dos motivos que muitas vezes fazem você pensar em desistir da fé…

PENSOU?

E aí? Consta nesta lista uma perseguição implacável contra sua vida, ameaças de morte aos seus familiares, torturas ou fome?

Certamente NÃO! Mas quem sabe estão os seguintes motivos: um carro zero não comprado, a promoção no emprego ainda não alcançada, a viagem não realizada…

Estamos deixando de viver o Evangelho como Ele realmente é: O Evangelho de Cristo, da Cruz e da renúncia. O Evangelho que recompensa, sim, mas que o faz mediante FIDELIDADE E LEALDADE A DEUS.

O primeiro parágrafo deste texto que descreve o sacrifício da cruz já não tem mais tanta importância para MUITOS de nós. O que nos interessa é o evangelho da prosperidade e das realizações pessoais. Não queremos TEOCRACIA (governo de Deus), mas sim DEMOCRACIA (governo do “povo”). A verdade é que vivemos como se a oração do Pai nosso dissesse:

Que seja feita a NOSSA vontade assim na terra como nos céus…
No entanto, tal qual o apóstolo Pedro temos a oportunidade de escolher ficar aos pés de Jesus reconhecendo que sem Ele nada somos, nada temos e não temos para onde ir. Temos a chance de com nossas vidas proclamar que queremos servi-LO sinceramente e sem reservas, sujeitando o nosso querer ao Dele.

É tempo de nos lembrarmos dos valores abandonados, dos princípios esquecidos, das Boas Novas de Salvação pela Cruz, do Deus que nos ama mesmo quando erramos e que nos perdoa se nos arrependermos.

Por fim, diferente de todos os demais textos que até hoje escrevi, encerro esta reflexão com as estrofes de uma poesia cantada pela banda Resgate no seu último CD, Ainda não é o último, que diz:

“Lembre-se de quem bebeu do fel amargo de uma taça
Que ainda existe quem torça pra assistir a uma desgraça
E dos fariseus, que engordam com aquilo que é nosso
E dos mercenários que cobram pra nos dar o que é de graça

Lembre-se de quem gera das entranhas o Seu povo
Que valemos mais do que o mundo inteiro com o seu ouro
Que aquele sacrifício é vivo e permanece sobre todos nós para sempre

Pra sempre

Lembrem-se do pão que nunca nos faltou em meio à seca
De quem multiplicou e faz com que nenhum dos Seus se perca
Que nunca foi alguém de carne e osso que nos fez mais nobres
Que não há mais ninguém melhor do que
Alguém que se fez pobre

Lembre-se de quem nos deu o próprio sangue como um selo
Que homens vão e vêm, mas Ele permanece eternamente
Que Aquele que desceu é o mesmo que subiu e que nos levará para sempre

Eu vou me lembrar de não me esquecer
De tudo o que eu fiz
E sempre acreditar
Que o que me faltar
Deus já me deu
E pelo que eu vivi
Sempre glorificá-Lo

Eu vou me lembrar que mesmo assim
Eu nada sou
E sempre acreditar que

Quando eu morrer
Eu vou viver
E, sem parar
Pra sempre glorificar o meu Deus”

Que o Espírito Santo, em Cristo Jesus, nos conduza no caminho de volta à cruz.
 
Por: Clovis Rafael

Salmo 1.1

Salmo 1.1

1 Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. 

1 How blessed is the man who does not walk in the counsel of the wicked, Nor stand in the path of sinners, Nor sit in the seat of scoffers! (The New American Standard Bible)

Introdução

Salmos 1:1-6. O caráter e a condição, o destino presente e futuro, dos piedosos e os ímpios são descritos e contrastados, ensinando que a verdadeira piedade é fonte de felicidade suprema, e o pecado da miséria. Como este é um resumo dos ensinamentos de todo o livro, este Salmo, se intencionalmente colocada ou não, faz um prefácio adequado.
  1. Bem-aventurados– literalmente, “Quão felizes” – uma exclamação de forte emoção, como se resultantes da reflexão sobre o assunto. O uso do plural pode denotar a plenitude e variedade (2 Crônicas 9.7 – Bem-aventurados os teus homens, e bem-aventurados estes teus servos, que estão sempre diante de ti, e ouvem a tua sabedoria!).
    • Bendito [seja] o homem
      Esse salmo começa do mesmo modo como o sermão de Cristo no monte, (Mateus 5.3); estabelecendo os elogios e expressa a felicidade do homem que é descrita neste verso
  2. Conselho… caminho… assento– Com seus verbos correspondentes, a gradativa marca do mal, como agir sobre os princípios, cultivando a sociedade, e de forma permanente em conformidade com a conduta dos ímpios, que são descritos por três mandatos, o último dos quais é um indicativo dos mais ousados impiedosos.
    • Comparando com:
      • (Salmo 26.4-5)
        4 Não me tenho assentado com homens falsos, nem associo com dissimuladores.
        5 Odeio o ajuntamento de malfeitores; não me sentarei com os ímpios
        .
      • (Jeremias 15.17)
        17 Não me assentei na roda dos que se alegram, nem me regozijei. Sentei-me a sós sob a tua mão, pois me encheste de indignação.
    • Quem são os ímpios? Eles são segundo o dicionário Michaellis:
      adj+sm (lat impiu) Que, ou quem não tem fé; incrédulo, descrente, herege, ateu.
      adjetivo(impiedoso, não abençoado, sem Deus, não favorecido, profano, pecaminoso, não abençoado, sem graça)
    • que não anda no conselho dos ímpios
      Todos os homens são por natureza e prática ímpios, sem Deus, sem o verdadeiro conhecimento, o medo ea adoração de Deus e estão em inimizade contra ele.
      Eles por não terem Deus, estão mortos, sem a vida (Espírito Santo), de suas bocas só sai palavras de morte ou que contém morte (Romanos 3.13, Tiago 3.11-12, Provérbios 4.23), seus conselhos só geram morte, engano.
      Feliz é aquele que não os ouve, pois não dá atenção, não dá ouvidos, não aceita conselho.
      Muitas vezes realmente não estamos ouvindo conselhos dos ímpios, mas eles sempre expressam um pensamento, uma idéia. E quando simplesmente nós ouvimos palavras, textos, vídeos, ou outro material, nós estamos emprestando a nossa mente para seus ideais ou para sua filosofia de vida.

      • Você que não é Cristão leia:
        (Romanos 5.6,8)
        6 Pois, quando ainda éramos fracos, Cristo morreu a seu tempo pelos ímpios.
        8 Mas Deus dá prova do seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.
    • nem se detém no caminho dos pecadores
      Todos os homens são pecadores, através da desobediência de Adão, e as suas próprias transgressões reais e tais foram os eleitos de Deus.

      • (Romanos 3.23) Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;
      • Mas através de Jesus podemos reverter isto, pois no versículo seguinte Romanos 3.24 diz que “sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus“. O problema é que nem todos são ou estão em Cristo.
        • Só há uma forma de fazê-lo: 
          • (Romanos 10.9) “Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo;
          • (Mateus 10.32) “Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus.
    • nem se assenta na roda dos escarnecedores;
      entendido aqui como arrogantes, pessoas orgulhosas, em oposição ao humilde e pobre, como em (Provérbios 3:34), se orgulham de suas habilidades naturais, ou de seu conhecimento e sabedoria, de suas honras e riquezas, ou da sua própria justiça, dos quais não há esperança; ver (Provérbios 9:7,8)
      Deístas e ateus, que zombam da revelação divina, e zombam do seu futuro Estado, no momento da morte, inferno e juízo, como em (Isaías 28:14,15) (2 Pedro 3:3). Agora feliz é o homem que não se associa, ou mantém sociedade com essas pessoas, quem não entra em seu segredo e em seu conjunto, nem aprovam sus disposições, as palavras, princípios e ações; Tais eram os escribas e fariseus  no tempo de Cristo, pois riam-se dele e suas doutrinas, zombavam dele, quando ele foi pendurado na cruz, e desprezaram seu Evangelho, mas houve alguns que não se juntaram a eles.


  3. Para refletir:
    • Posso escolher quais as fontes de informação que alimentam minha mente. Mas este privilégio e liberdade é também uma responsabilidade.
      (Romanos 12.2) “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.
  4. Oração:
    • “Maravilhoso Criador, assim como você formou e me colocou no ventre de minha mãe, e peço também que você crie em mim um desejo de conhecer a sua verdade e uma visão de como viver essa verdade. Eu sei que o teu Espírito Santo está em mim para me ajudar nesta jornada, mas eu quero agradá-lo por que de várias maneiras que você tem me abençoado. Em nome de Jesus eu oro. Amem”

Caim e Abel

Caim: primeiro filho de Adão e Eva. Seu nome é relacionado com a exclamação de Eva, de gratidão ao Senhor: “Alcancei do Senhor um homem” (Gn4.1). Ele foi lavrador da terra, diferentemente do seu irmão, pastor de ovelhas (vv2.3). Depois de algum tempo, ambos apresentaram sua oferta a Deus. O primeiro levou alguns frutos da terra e o segundo ofereceu dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura (vv.3,4). “Atentou o Senhor para Abel e para sua oferta, mas para Caim e para a sua oferta não atentou” (vv 4,5). O texto não indica por que Deus fez essa distinção entre as duas ofertas. Alguns sugerem que talvez, mesmo naquela época tão remota, o Senhor revelara a Adão e Eva que um sacrifício com sangue seria necessário, a fim de que pudessem chegar diante de Deus: contudo, é melhor olharmos o que o próprio texto enfatiza.

                Genesis 4 examina a atitude de Caim, depois que foi rejeitado por Deus. Ficou irado e deprimido (v.5). O Senhor falou com ele, a fim de confrontá-lo sobre sua reação e destacou que sua oferta seria aceita, se ele procedesse bem. A implicação do comentário de Deus, ao mencionar que “o pecado jaz a porta… sobre ele deves dominar” (v.7) é que aquele que nos sonda sabia que o coração de Caim era pecaminoso. Suas ações subseqüentes confirmam essa impressão. Ele se irara contra o Senhor e seu irmão. Esse entendimento sobre o problema de Caim tem apoio em Hebreus 11.4, onde o escritor faz uma distinção entre ele e Abel no sentido da fé que o segundo demonstrou.

                Caim pediu ao irmão que o acompanhasse ao campo, onde o matou. Quando Deus perguntou-lhe o que acontecera com Abel, ele replicou com a famosa declaração: “Não sei. Acaso sou eu guardador do meu irmão?” (Gn4.9). Caim foi então condenado pelo Senhor a ser fugitivo e errante pela terra (v.12). Para protegê-lo, enquanto vagasse pelo mundo, Deus colocou nele um sinal, para que não fosse morto, talvez pelos descendentes de Abel. Caim foi então para a terra de Node, a leste do Éden.

                Caim e sua esposa tiveram um filho e o chamaram Enoque; ele se tornou o ancestral dos povos nômades, dos que tocavam instrumentos musicais e dos que trabalhavam com bronze e ferro (Gn 4.17-22).

                As gerações futuras foram desafiadas a lembrar Caim e aprender do seu pecado, dos seus ciúmes e da sua falta de fé (Hb11.4; 1Jo3.12; Jd11).

 

  • Pontos fortes: primeira criança, primeiro a seguir a profissão do pai.
  • Fraquezas e erros: Quando contrariado, reagia com fúria; assumiu uma posição negativa mesmo quando uma possibilidade positiva lhe foi oferecida; foi o primeiro assassino.
  • Lições de vida: a raiva não é necessariamente um pecado, mas as atitudes motivadas por elas podem ser pecaminosas. A raiva deveria ser a energia por trás de uma boa ação, não uma ação maligna; o que oferecemos a Deus precisa ser de coração; as conseqüências do pecado podem durar toda a vida.
  • Informações essenciais: local: Próximo ao Éden, provavelmente onde se encontram hoje o Iraque ou Irã; ocupação: Agricultor, depois peregrino.

 

Abel: O segundo filho de Adão e Eva, Abel pode ser um derivado de um vocábulo hebraico que significa sopro ou vaidade, para prefigurar assim que sua vida seria curta. Ele se tornou pastor de ovelhas (Gn4.2), ofereceu a Deus os melhores animais do rebanho, o sacrifício de Abel foi recebido favoravelmente pelo Senhor.

        Abel representou a primeira fatalidade subseqüente a maldição de Deus sobre a humanidade, por causa da desobediência de Adão e Eva; essa tragédia, como resultado direto do pecado de Caim, cumpriu a promessa de que o ato de comerem o fruto do conhecimento do bem e do mal traria a morte física. Esta enfatizada o desenvolvimento rápido da transgressão, quando Deus entregou a humanidade as conseqüências do pecado, com um mínimo de graça para refrear a maldade.

        O fato de que a adoração envolvia sacrifícios indica o reconhecimento de que o verdadeiro culto a Deus devia custar algo. A natureza exata das ofertas não é mencionada, mas o padrão herdado por Noé (Gn8.20) sugere que um altar era construído e a oferta, queimada sobre ele.

        A maneira como Deus expressou sua aceitação a Abel não é clara, mas possivelmente isso se deu por uma manifestação do fogo divino. Talvez sua oferta tenha sido consumida pelo fogo e a de Caim não (Lv9.24; Jz6.21; 1Rs18.38).

        O Senhor aceitou a oferta de Abel, em detrimento da de Caim, porque o mais moço era justo (Mt23.35; Hb11.4) e oferecia o melhor do seu rebanho; sua justiça, porem não foi demonstrada pelo valor da oferta e sim pela sua fé (Hb11.4). A repreensão de Deus a Caim, por tanto, focalizou sua atitude de coração (Gn4.7) Essa foi a primeira revelação de que o Senhor preocupava-se em que a adoração fosse uma expressão exterior de um coração devotado e obediente e não apenas um comportamento religioso.

        O assassinato de Abel, como um homem de fé, tornou-se um protótipo dos que seriam martirizados por sua confiança (Mt23.35; Lc11.49-51). Nesse sentido a fé de Abel ainda fala (Hb11.4), porque sua confiança ainda espera uma vindicação. Ele nunca recebeu a bênção da aprovação de Deus por sua fé sobre a Terra (Hb11.39). A morte prematura de Abel mostrou que a vindicação final da fé é uma esperança futura, mantida com a confiança em Deus. Um contraste, contudo, é estabelecido em Hebreus 12.24 entre o testemunho do sangue de Abel e o de Jesus; o de Abel providenciou um testemunho para Deus trouxe uma maldição sobre Caim (Gn4.10-12); o de Cristo é superior porque, embora derramado por pecadores, traz bênção e não maldição. O sacrifício de Jesus não representa um martírio, mas um meio eficaz de salvação.

  • Pontos fortes e êxitos: primeiro membro da galeria da fé  em Hebreu 11; primeiro pastor; primeiro mártir pela verdade (Mt23.35)
  • Lições de vida: Deus ouve os que se achegam a Ele; Deus reconhece a pessoa inocente e, cedo ou tarde, Ele pune o culpado.
  • Informações essenciais: Local: fora do Edén

por: João Rodrigo